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ESTRATÉGIAS E PLANOS
Planejamento estratégico para organizações de saúde
por Ivana Rodrigues
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Ivana Rodrigues


As empresas contam atualmente com duas ferramentas de gestão de extrema importância: o Plano Operacional e o Plano Estratégico. O Plano Operacional transparece a Missão da minha empresa, enquanto o Plano Estratégico transparece a visão da mesma. Sendo o Plano Operacional o ponto de partida para a construção do Plano Estratégico.

Etapas da Construção do Plano Operacional:

1. Identificar os “produtos/serviços” que a organização gera e para quem
2. Identificar os principais processos
3. Identificar as pessoas que desenvolvem esses processos
4. Identificar os insumos necessários para executá-los e seus respectivos fornecedores
5. Identificar os grupos que representam a sociedade
6. Identificar os recursos necessários para o desenvolvimento desses processos
7. Identificar para cada item acima relacionado, os indicadores adequados para a medição de resultados

Para construir as etapas 1 a 4 do Plano Operacional, pode-se usar outra ferramenta de gestão que chamamos de Mapeamento de Perfil. Essa ferramenta me ajuda a enxergar o que faço como empresa e para quem faço, assim identifico meus fornecedores, meus processos, meus produtos, meus clientes e minha força de trabalho; ou seja, todas as Partes Interessadas (stakeholders).

A partir do Plano Operacional é possível a elaboração do Plano Estratégico, cujas etapas de construção são:

1. Análise do Ambiente
2. Definir Diretrizes Estratégicas
3. Definir Objetivos estratégicos
4. Para cada Objetivo associar um Indicador e Meta
5. Organizar os Planos de Ação para o cumprimento destas metas
6. Organizar a alocação de recursos para o cumprimento dos Planos de Ação

A etapa 1, que diz respeito à análise de ambiente indica o uso da ferramenta de gestão SWOT, ou no Brasil, FOFA. Analisar Strength (ou Forças) e Weaknesses (ou Fraquezas) – Ambiente Interno; e analisar Opportunities (ou Oportunidades) e Threats (ou Ameaças) – Ambiente Externo. Essa análise é de suma importância, uma vez que é necessário conhecer bem os pontos fortes e fracos da empresa e também as oportunidades e ameaças do mercado para cruzar essas informações de modo a estabelecer as estratégias mais pertinentes para o crescimento da empresa. Assim, posso identificar uma ameaça no mercado que um dos pontos fortes da minha empresa pode servir para amenizar essa ameaça, ou ainda, posso identificar uma oportunidade de mercado e relacioná-la a algum ponto forte da empresa. E é claro, posso estabelecer estratégias para a melhoria dos pontos fracos identificados.

Para o melhor uso de todas essas ferramentas de gestão, é primordial que se tenha familiaridade com alguns conceitos, como:

1. Diretrizes Estratégicas: rumos a serem seguidos para o alcance dos resultados desejados. São definidas pela Governança

2. Objetivos Estratégicos: devem ser medidos, possibilitando o acompanhamento de sua consecução. Deverão ser trabalhados, a partir das Diretrizes Estratégicas.

3. Indicadores: Elo entre os objetivos e resultados das atividades, devendo evidenciar o cumprimento dessas.

4. Meta: Valor que indica o resultado que a Instituição deseja alcançar. Devem ser estabelecidas por meio da análise de séries históricas, associadas à comparação com referenciais comparativos.

5. Planos de ação: operação/atividades que levarão ao atendimento das metas definidas

Na hora de implementar as estratégias, deve-se definir indicadores, estabelecer metas e definir as prioridades de planos de ação. A chave para o sucesso é a comunicação das estratégias, metas e planos de ação á todas as partes interessadas para que todos se sintam envolvidos e motivados. E por fim, é primordial o monitoramento da implementação dos planos de ação através dos indicadores definidos anteriormente.
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