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REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE
28 DE AGOSTO DIA NACIONAL DO VOLUNTARIADO
O voluntariado corporativo aumenta o envolvimento das pessoas com as empresas onde trabalham
Ontem 28 de agosto, foi comemorado o Dia Nacional do Voluntariado. O CQH se rejubila com todos seus voluntários para comemorar esta data; voluntariado sempre foi um dos valores do CQH e um sem número de profissionais tem respondido à essa convocação cidadã do Programa. Segundo pesquisa da Charities Aid Foundation (CAF), instituição com sede no Reino Unido e que no Brasil é representada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), um a cada cinco brasileiros realizou pelo menos um tipo de trabalho voluntário no último ano. E diante deste cenário, no qual a população do país se apresenta cada vez mais solidária e mobilizada em causas sociais, por que não investir cada vez mais no voluntariado empresarial?
O conceito, de acordo com o Conselho Brasileiro de Voluntariado Empresarial, remete a uma “iniciativa de responsabilidade social de empresas, visando incentivar, organizar, apoiar e reconhecer ações voluntárias de participação cidadã de seus profissionais e demais públicos de relacionamento, em prol da sociedade”.
A criação de um bom programa em ambiente corporativo vai além de uma simples campanha de arrecadação de roupas ou brinquedos. Marcelo Nonohay, diretor da MGN, empresa especializada em gestão de projetos para transformação social, explica que “programas de voluntariado corporativo beneficiam além daqueles a quem se destinam”. Ou seja, é essencial que seja gerado valor compartilhado para comunidade e empresa. “O sucesso de um programa de voluntariado corporativo está em envolver os colaboradores no planejamento e na criação das ações”, acrescenta.
Como criar um programa de voluntariado corporativo
Marcelo ressalta que criar um programa de voluntariado não passa por alguma fórmula pronta, mas o ponto de partida é identificar entre o público interno da empresa o que mais os interessa. “Criar um programa que atenda aos interesses de atuação dos colaboradores já é uma forma de engajar o público interno e as chances de o programa ter vida longa são maiores”, diz. É importante, também, que os colaboradores que já atuam em ações fora do trabalho sejam ouvidos, pois sua participação não só ajudará a fortalecer o relacionamento já construído com a comunidade de atuação, como também facilitará a prática voluntária. Além disso, a empresa será capaz de estimular a cultura de colaboração.
Outro fator ponderado por Nonohay é a importância de se considerar algumas dimensões específicas para determinar como será criado o programa de voluntariado. Dentre elas estão, por exemplo, o talento e as competências dos colaboradores, necessidade das organizações sociais e público beneficiado, valores da empresa e negócio, desafios sociais enfrentados no entorno da empresa, e o alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da ONU.
Em meio a tudo, as empresas devem encarar o programa de voluntariado como um investimento corporativo que tem impactos na sociedade, nos colaboradores e na própria organização. “Não basta mobilizar e engajar apenas os colaboradores, mas também investir na equipe interna que será responsável por colocar o programa de pé. São eles que irão nortear o engajamento interno, criando as condições necessárias para uma atuação voluntária de sucesso”, conclui.
Fonte:- Redação P&N
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