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ARTIGOS :: ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE
COMO SE REINVENTAR NA PROFISSÃO
Saia da sua zona de conforto
Ansiedade, insatisfação sem um motivo aparente ou cansaço de fazer a mesma coisa que já não te satisfaz. Você já se sentiu assim? Neste artigo se fará uma reflexão diferente das habituais análises sobre a evolução do mundo do trabalho.

É bastante comum olharmos a perspectiva de estudiosos sobre o futuro das profissões que trazem teses sob a ótica da tecnologia, do consumo e das organizações, mas poucos trazem a visão da peça fundamental desta engrenagem: você, o trabalhador!

Neste novo mundo apelidado carinhosamente de VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo), vejo uma preocupação exagerada na corrida pela inovação, na criação de novas profissões e no fim de tantas outras, mas o que acontecerá com aquelas que não estão nestes dois extremos?
Quem se importa com elas e os trabalhadores que dedicam suas vidas nestas funções?

Sem dúvida é mais prazeroso conjecturar sobre assuntos do momento, que gera curiosidade e até novos negócios para pegar desavisados, mas aos que trabalham hoje em atividades que continuarão existindo e que serão menos afetados pela tal inovação (apesar de achar que todas as profissões sem exceção serão impactadas) já sofrem com a rotina ou pior: com a falta de motivação. Muitas vezes por não acreditarem efetivamente que fazem a diferença para a sociedade ou pelo mundo.

Sim, o tal propósito que virou moda nos últimos tempos, tem significante parcela na satisfação laboral das pessoas. Então, a menos que você queira mudar completamente de área, se especializar em um novo setor ou ainda empreender em algo que você nunca fez antes, precisamos analisar se alcançamos e nutrimos nossa autorrealização, ou seja, se sabemos exatamente quem somos e se com isso nos sentimos realizados e plenos hoje!

Bom, se gostamos do que fazemos e da profissão que escolhemos, por que muitos ainda sentem um vazio profundo como se não tivessem mantido a autorrealização de antes? Simplesmente pelo fato de seu padrão de satisfação muda ao longo da vida. Um exemplo seria: no começo da carreira sentia uma paixão tão grande pelo o que fazia, pois, minha profissão me ajudava a conquistar “coisas” que eu desejava, como um carro, uma casa, etc. Após ter conquistado isso, minha relação com o trabalho passou a ser mecânica, pois meus sonhos passaram a ser: mais tempo livre com os filhos ou para me dedicar ao relacionamento, e neste caso as atividades laborais passaram a jogar contra meus novos desejos. Compreendeu? E como reascender aquela paixão sem deixar meus novos objetivos de lado?

Focando na economia local
“Eu não conheço nenhum de meus vizinhos. Fico pouco tempo no meu bairro apesar de amá-lo, trabalho longe e minha vida acaba girando em torno da sede da empresa.”

Eu já ouvi essa história muitas vezes de pessoas que desejam estar mais perto da família, amigos, ir à padaria ou ainda almoçar naquele restaurante da época da adolescência. Acredito piamente que nossas convicções e desejos mudam drasticamente ao longo da vida e voltar às nossas origens passa a ser um grande objetivo para profissionais que não se sentem mais realizados com suas funções.

Vejo bastante gente investindo no sonho de fortalecer sua comunidade local, girando a microeconomia, valorizando produtos caseiros ao invés da industrialização e mercantilização do consumo que através de marcas multinacionais, invadiram bairros residenciais, aumentando os lucros de grandes grupos, massacrando comércios locais e quebrando tradições daquela micropopulação. Se este é, ou pode vir a ser o seu caso no futuro, vá fundo e não deixem derrubar sua cultura e suas raízes! Lute com a melhor arma a sua disposição: sua profissão para reascender sua comunidade!

Trabalhos sociais
Outra maneira que pode ser um caminho para se reinventar, utilizando sua profissão visando a autorrealização é através do altruísmo. Fazer o bem ao próximo é fonte certa de entusiasmo e motivação. Muitos profissionais deixam de lado sua solidariedade e focam apenas no aumento de sua própria renda e patrimônios. Não que isso seja errado, aliás isso satisfaz outros requisitos da vida como o conforto, mas resumir todo seu potencial e existência para obter dinheiro, não é garantia de plenitude. Afinal ninguém leva sua conta bancária para o túmulo!

Dedicar parte do seu tempo, oferecendo de forma voluntária aquilo que mais ama, que é seu trabalho, demonstra como a empatia e a preocupação genuína pelo próximo é combustível para nossa própria alegria!
Por Eberson Terra, no portal do Linkedin
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